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Blogue do Centro Nacional de Cultura

Um espaço de encontro e de diálogo, em defesa de uma cultura livre e pluridisciplinar. Estamos certos de que o Centro Nacional de Cultura continuará, como há sete décadas, a dizer que a cultura em Portugal vale a pena!

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PORVENTURA VERSOS

 

 

19.
versos 19.JPG

Rio acima

Surge a nau

Dentro dela

O soneto

 

Saboreava a viagem

Num profundo sentimento

Sem medo

Apenas curiosidade

 

Leve e atenta

 

Por esta experiência

De contra corrente

Se fazer em força

Por força do vento

 

E ele, o soneto

Que revolucionara

Mundo

Ali estava

 

Numa última atitude

 

De se fazer estrada

Não exactamente a mesma

Que conhecera e percorrera

Mas esta

 

De se deixar ir

Pela trovadora água

Pela redondilha de ar

Belas causas

 

Tão indispensáveis

E só agora chegadas

Ao entender-se

 

No já sem tempo

 

Teresa Bracinha Vieira

2015