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Blogue do Centro Nacional de Cultura

Um espaço de encontro e de diálogo, em defesa de uma cultura livre e pluridisciplinar. Estamos certos de que o Centro Nacional de Cultura continuará, como há sete décadas, a dizer que a cultura em Portugal vale a pena!

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LONDON LETTERS

Sir Thomas G and, the Penguin on the shelf

 

Será até conservadorismo, but, frankly, the Penguin! Um olhar to the friends on the shelf: sure. Uma ida to beloved bookshop: check. Troca de impressões com the precious librarian: In no doubt. Mas é assim, home-haus ponto §. Aprovaram a fusão da UK Pearson's Penguin com a Bertelsmann's Random House. – Oh, le mignon manchot! É daquelas resoluções que fazem todo um género e irrompem na época da queda da folha, cyclically, talvez acesas por backlighted fireworks à Guy Fawkes após delinear plano da pólvora nas Westminster cellars. – And what about the Old Guardian to go completely digital? São algo misteriosas, somehow inappropriate, somehow careless, e sempre com amplos efeitos na daily life. Em 1984, November 12 o Autumnal statement chega também sem exato porquê e para quê. O Chanceler of Exchequer do Thatcher Govt decreta: Pounds coin in; Quid notes out. Numa penada, a custo alto na cunhagem dos metais, the green English pound note is to disappear! Desde tal despacho de Mr Nigel Lawson, key-person da privatization policy nos 80s, que sondo onde andará o outoniço espírito de Sir Thomas G.

 

 

Será pois frenesi epocal. Os dias vão curtos no Indian Summer. O novel eixo London-Berlin assoma junto ao 2012 Armistice Day e ao global warming-vote de Mr Michael Bloomberg, precisely quando os norte-americanos elegem o inquilino de 1600 Pennsylvania Avenue com metade de Manhattan NY às escuras e no York Way estudam como parar as rotativas, quiçá salvar árvores, arbustos e herbáceas espécies afins ou até revolutionarily substituir o morning paper por pão e laranjas da China. Ora, sabendo dos géneros que o Old Manchester Politburo usa, o Mayor de London sopra já no apito. Escreve Mr Boris Johnson no Telegraph: “Save The Guardian from extinction!“ Sem mais.

 

 

Meanwhile, espelhando as peculiar weather conditions, o dueto Penguin+RandomHouse reconfigura a world’s book industry. Ver-se-á se e quanto a aliança continental no food for thought culturalmente pauperiza, ou não, as já economically stressed generations. Para já, a vote: que The Penguin Press seja very happy e produza muitos mais dos primorosos paperbacks que demudaram a Great Britain (e as redondezas) de um país de book-borrowers numa nação de book-buyers. Sir Allen Lane alegrar-se-á algures, a exemplo dos autores por si impressos em 1935: Agatha Christie, André Maurois e Ernest Hemingway, cada um então pioneiro do green for mistery, blue for biography e orange for fiction.

 


Ora, num marvellous Movember se sabe da golden decison de Sir Thomas G acerca do rumo a dar ao negócio familiar quando abandonasse esta vida.

 

 

The last will do melhor sucedido Royal Agent nos Low Countries é um documento notável a vários títulos; pelo valor, sim, mas também pela visão e legado do Gentleman Merchant que desde 1500s tem name, sign e coat of arms disseminados pelo financial district. “The wealthiest citizen of England” simplesmente retorna à comunidade, via Mercer’s Company e City of London, 2/3 da imensa fortuna em ouro e prata que acumulara no triângulo Antwerp-Madrid-London. Ao sagaz segundo filho e neto de Lord Mayors, casado com a tia Anne de Sir Francis Bacon, se devem a Royal London Exchange e o Gresham College das free public lectures (e a defunct club). Ele é o financial wizard que salva Edward VI, Mary e Elisabeth I da bankrupcy, sagrando em epístola para o Palace of Whitehall popularíssima lei económica: “Bad money drives out the good money.” Por onde passeará nos dias de unholly alliances o grasshopper da Lombard Street, inspirador quer do Walter Bagehot’ lender of last resort, quer dos Monty Python’ dully life? – Tell me if you see Sir Thomas Gresham, please.


St James, 6th November

 

Very sincerely yours,

 

V.

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