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Blogue do Centro Nacional de Cultura

Um espaço de encontro e de diálogo, em defesa de uma cultura livre e pluridisciplinar. Estamos certos de que o Centro Nacional de Cultura continuará, como há sete décadas, a dizer que a cultura em Portugal vale a pena!

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PORVENTURA VERSOS

22.

porventura versos 22.jpg


Às vezes morrer custa muito

Se nos surpreendeu o local, nome e sinal

Do rio que nos abraçava

E que eras tu o vizinho

Do outro lado da margem

E se esticasse o braço

A ponte, mantimento

Do nascer, firmeza

A que a natureza foi

Presente

Ai!, Muita vida ficou

E tu ou eu

 

Teresa Bracinha Vieira

2015

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